Eu não me entendo, o que tudo eu mais queria, fugiu de mim depois de eu tanto renegar.
Sou uma irônia ambulante.
Uma peça de Coelho Neto sem fim.
Sofro a cada dia, a cada momento, sofro por desespero, por ódio, por tédio, por amor.
Sou um nada, um nada que se aprimora a cada momento em ser cada vez mais falso e vil consigo.
Desespero-me a cada noite enquanto espero sua volta.
Sofro.
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